domingo, 30 de dezembro de 2012

Ano novo ou agora novo?

Sim, é ano novo no tempo linear.

E pra nós????

Para nós sempre, sempre é. 

Não marcamos anos. Marcamos "agoras".

Sabemos que de onde sai tudo que vivenciaremos neste agora, dia ou ano.

Um ano novo não está "lá". Ele já está aqui. Prestes a desenrolar-se.

Podemos saber através de nossas emoções, o que nossa entidade física vivenciará.

E podemos mudar. Ou manter.

Não há, nem nunca houve um "futuro" pré-criado esperando por nós.

Mas há sim, muita alegria, fartura, amor...se assim colocarmos agora.

Um brinde ao ano novo que escolheu!

Vivenciaremos ele!


Curiosamente venceremos de agora em agora um ano 13! Justo o número simbólico de muitos como o de azar!

Que venha!!!!!

Há fogos dentro de nós desta vez!


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O mais "louco" dos convites


Há uma idéia louca rondando-nos.

Ela nada tem de loucura mas assim a vemos pois nos distanciamos dela a ponto de vê-la assim. E o medo logo colocou sombras sobre ela.

Durante estes últimos anos, décadas, ela tomou a força que precisava.

Começou com uma introdução. A simples ideia de que “tudo que vemos foi por nós pensado e atraído”.

Já falei algumas vezes de como eu era eventualmente assaltada e de como eu decidi não querer mais ver isso. Não mais “esperar” por isso.

Me pareceu louca e impossível esta decisão na época.

Mas a 18 anos ou mais....não vejo assaltos. Pela televisão, claro...fico sabendo. Ou por outros. Mas mesmo quando presenciei um assalto armado na porta do banco meses atrás, conforma disse, me senti transparente....Como se eu não estivesse ali. Comentei inclusive que se eu não tivesse chegado para o lado, minha impressão era de que o assaltante passaria por dentro de mim...

Pois bem, então, já ouvimos milhões de vezes esta introdução de que tudo que vemos são nossos pensamentos materializados e que tudo que vivenciamos vem a nosso convite.
Muitos já sabem que é assim e brincam de viver. Habilmente mudando seus pensamentos e o que esperam da vida e trocando de “ares”, como se mudassem de roupa.

Outros, ainda estão meio na dúvida pois ainda vão e voltam, acertando e errando o alinhamento. Mas mesmo estes já sabem que não conseguiriam viver de outra forma, daquela forma antiga de ser como “folha ao vento” e vítima das circunstâncias.

Já perceberam que o que esperam sem contradição vem.

Então....porque ainda esperam atrocidades no jornal da tarde?

Porque temem o amanhã?

Se lembram da analogia que fiz, de que pessoas justas e honestas são assaltadas somente porque pensam em pessoas que assaltam....se lembram que estes assaltantes vieram a seu convite.....sentem algo remexer dentro de Si.

Estamos a dias do despertar.

E tudo que é requisitado é que esperemos “uma outra coisa”.

Não interessa “como” ela vem, afinal de contas não interessou “como” o assaltante veio ou “como” aquela praga da sogra veio ou “como” tanta tristeza veio.

O que esperamos...VEM.

Há uma festa, pronta a começar.

E tudo que requisita é que desejem uma outra coisa.

Como seria aquele ladrão nos abraçando felizes?

Sei...não acreditam...

Mas deixem-me contar uma estória real.
Um dia eu vinha com minha filha no carro, pela praia de Botafogo, no Rio. Eu parei no trânsito pois ia entrar numa rua (Pinheiro Machado).
Era época de Natal e este lugar como sempre, estava apinhado de pivetes.
Eu vinha com minha fiilha que na época estava com talvez uns 12 anos. Janela aberta....Rindo e feliz.
Enquanto ria, nós duas cantávamos e vi um pivete vindo. Seu olhar era conhecido. Aquele olhar de esperto...

Parou em minha janela e embora não mostrasse uma arma disse algo tipo “passa aí” ou “me dá grana”...nem lembro bem.

Só que eu estava feliz e alinhada e em nenhum momento aceitei os pensamentos de medo que sim, me passaram.
Sem pestanejar, eu lhe disse: FELIZ NATALLLLLLL! E apertei sua mão.
O garoto respondeu meio boquiaberto....pra tu Tb, tia...
Apertei a mão dele e lhe dei acho que uma bala ou chocolate, não lembro bem.

Minha filha não acreditou! Mãe....o que foi isso?

Eu ria feliz.
Não estou sugerindo que comecem a abraçar presidiários. Sei que existe a crença em graus de dificuldade.
Mas já são 18 anos sem ver assaltos... E bastou apenas “esperar”. Desejar.
Tudo, absolutamente TUDO que desejamos de mais precioso, mais amável....depende APENAS disso.

Há um novo convite à espera. E quem convida somos Nós.

Que tal esperar algo bom e permitirmos que a Lei atraia isso a nós?
Não queremos justiça?
Há algo mais JUSTO por acaso do que usar a Lei num convite JUSTO?
Queremos amigos. Não precisam ser iguais a nós nem terem a mesma crença ou forma...
Nosso olhar de espera por um mundo de amor é um convite e tanto.
Não precisa ir lá e fazer nada.
APENAS convidar em nosso coração.

Peçam. Desejem. Intencionem.

E serão atendidos.
Como sempre, sempre...foram.
Nem precisam dizer “amém”.

Simplesmente, desejem e amem.
Amem.

Esqueçam "a quem".

Esqueçam "porque".

Simplesmente decidam amar.

E as razões do amor virão justificar seu desejo.

Não há justiça melhor.

Faça-a!

Verá que a única razão de tentar se proteger era do seu convite, que agora não é mais.



quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

A utilidade da busca.











TODA busca é útil na exata medida em que chegamos à conclusão de sua inutilidade...

Seguimos no passado mil imagens vistas, mil e um caminhos, orientações, sinais pistas...livros, técnicas....

Sempre que alguém falava algo que ressoava forte em nós...nós seguíamos.

Promovíamos tal pessoa ao lugar de "melhor" que nós ou com "mais conhecimento que nós" ou mais alinhado, mais íntegro, iluminado, santo...sempre "mais" de alguma coisa.

E oh, sim, foi perfeito! Precisávamos desta experiência.

Mas na exata medida para compreender que....não precisávamos dela.

A liberdade se vivencia lado-a-lado.

Cada novidade que um traz serve para alegria de todos e como estímulo a que tragamos nossas novidades tb, numa perfeita troca.

Não há líderes, não há seguidores.

Mas um sem fim de dádivas.

Pq de dentro de nós, tiramos nossos tesouros para degustar com todos.

Há muito ainda.

Estamos só começando.

Tens que ter um interior ou sequer seria.

Não te parece que um interior que guarda em si o seu SER, não se pareceria com um tesouro?

Pois ele é.

Apenas o reconhecemos ou não.

Se pensas que estás indo a algum lugar...não, não está.

Está apenas voltando para casa.

De onde nunca saiu.









sábado, 1 de dezembro de 2012

Deixamos o medo no passado





Não tínhamos medo de tentar conquistar aquele amor.

Tínhamos medo de nossos pensamentos sobre não ser correspondido.

Não tínhamos medo de chegar naquela entrevista e sermos descartados.

Tínhamos medo de nossos pensamentos sobre esta possibilidade.

Não tínhamos medo de ficar doentes.

Tínhamos medo de nossos pensamentos sobre ficar doentes.

Não tínhamos medo de fatos, ocorrências. Tínhamos medo e nem desconfiávamos, é de nossos pensamentos sobre estas coisas os quais, uma vez pensados, traziam a experiência para mais perto de nós.

Medo de nós mesmos... 

Mas como cegos, acusávamos os "acontecimentos". E nos absolvíamos aparentemente da responsabilidade.

Que bom que isto acabou.

Escolhas mais amorosas, mais alegres podem ser escolhidas. Parecem mais apetitosas agora que sabemos que basta pensar puramente no que se quer.

E se não queremos o medo, não o incluímos mais.

Simples assim!




O vídeo pode ATÉ ser fake. Mas o nosso medo também é.





Verdade?


A verdade não vem a voce.

A verdade É.

Há verdade em tudo. Em cada canto.

Muitos vieram falar dela.

Mas não para para DÁ-LA a outro.

A verdade não se dá. Ela É.

Então porque falaram, “deram”?

Não deram. FORAM verdade. Usaram a verdade que São.

E por serem, deixaram esta verdade espalhada por muitos e muitos lugares. Tal qual pegadas na areia.

Então qual o valor destas verdades quando as vemos estampadas por éons na areia?

Apenas o valor de lembrar delas. De reconhecê-las, como um alento, uma companhia.

Há uma parte nossa nestas pegadas. E lembramos disso.

Toda mensagem, toda verdade, só tem este valor.

Lembrar daqueles que Foram e Quando lembraram de Ser, CONSCIENTEMENTE Ser....traz de volta o sentimento de casa. De quando éramos. Pois parecemos não Ser agora.

Lembrar da força que Somos. Da liberdade que Somos...

Porque acha que estas verdades importam tanto? Por que acha que mexem sempre com vc? De onde vêm os sentimentos que sentes quando olha para elas, fala sobre elas ou as vê simplesmente?

Sim.

Estão aí apenas para que reconheças.

Não se aprende a verdade.

A verdade É.

TU ÉS a Verdade.

Teu corpo pode espelhar isso ou não.

Mas a Verdade continua aí. Imutável.

Porque EU SOU.

Então TU ÉS.

Porque a verdade em ti é maior. Maior apenas em modo de dizer. Porque ela é a única coisa que É. Todo o resto deriva disso. Até mesmo as sombras que se formam durante a inconsciência de Ti.
Sei que falo de forma que parece não fazer muito sentido. Mas não há palavras para descrever isso e apenas uso o movimento dos sentimentos para lhe ativar.
Não posso lhe dar a verdade.
A verdade não se dá e Tu, assim como Eu, És a verdade.

Mas posso fazê-la pulsar e sentirás isso.
Porque Somos Todos Um.

Sempre fomos, somos e seremos.

Feliz agora.

Não há outro.




Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Muitos pensavam que "conhecer a verdade" era saber sobre ela. Estudá-la. Ler sobre, tomar conhecimento dela.

Mas conhecer não é saber sobre. Não é ler ou se informar.

Podemos conhecer um local através de um livro, de um informativo, de fotos....mas ir ao local e lá vivenciar por algum tempo é totalmente diferente.

Podemos saber tudo sobre casamento através de todo tipo de informação, dica ou comentário. Mas casar de fato e vivenciar isso...é diferente.

Podemos achar um monte de coisas sobre nossos pais ou chefes, mas ser pai ou estar no lugar do chefe...é outra estória.

Da mesma forma a verdade.

Saber, se informar, ter noções filosóficas ou estudadas sobre a verdade é uma coisa. Conhecê-la é outra.

Vivenciar a verdade e ser livre através dela é diferente de qualquer comentário ou informação que possa antecedê-la.

Chega de estudar e se informar sobre isso.

A própria vivência desta verdade irá mostrar na íntegra o que ela É.

Bem vindos ao USO consciente da verdade.

Somos a verdade. Como poderíamos não conhecê-la?

Usemo-nos com prazer. Com alegria.

Porque verdades dolorosas já não nos interessam mais.