domingo, 30 de setembro de 2012

A "desimportância" de tudo.



Quando falamos de desimportancia, ou seja, da falta de importância das coisas e eventos, não nos referimos à realidade ou irrealidade delas. Nem mesmo questionamos este aspecto.

Aqui nos referimos à importância que Nós, amados, com nosso poder, damos às coisas e eventos.

Elas têm toda importância se nos trazem alegria e nenhuma se não trazem.

Por outro lado, já sabemos que as coisas e eventos nada são por si só.

Nós é que damos utilidade a elas.

Toda e qualquer utilidade alegre é útil e amada. Toda triste é útil também e serve para percebermos que entramos em algum estado ilusório e nos prendemos onde não sentimos bem estar. E assim fizemos simplesmente por negar nosso riso a alguma questão.

Nosso Espírito é imutável e totalmente UM o que nos torna "protegidos". De quê ou de quem nos protegeríamos se Somos todos UM?

Já nossa extensão física temporária nos permite estados ilusórios sempre sendo que duais. Hora criamos ilusão de alegria, ora de sofrimento e medo.

Tal qual quando temos pesadelos. Continuamos a estar em nossa cama mas nossa imaginação de sono nos monta cenários seríssimos e aparentemente reais onde suamos um bocado para, ao acordar percebermos em risadas ou ainda impressionados que não passou de uma ilusão. Estamos salvos e em nossa cama.

Acordamos deste sonho ou pesadelo em OUTRO. Sim nesta vida "real".

Tal qual o sonho, esta vida foi feita com total perfeição apenas para divertimento. Incluímos possibilidades. Tal qual um grande parque de diversões, colocamos algumas "casas dos horrores".

Certa vez me toquei, dentro de um pesadelo, que estava dormindo. E saquei que o pesadelo parara de me seguir e ficara à minha disposição. E que era feito de "fumaça". Simplesmente por eu me dar conta de que continuava sendo eu e que estava dormindo em minha cama, na verdade.

Acordar neste sonho de vida "real", é o mesmo. Confiem no que sentem e vibrem já onde querem.

Em sonhos não se precisa remanejar coisa alguma. Não se mudam posições exceto se preferimos experimentar essa mudança durante sua decorrência.

Em sonhos podemos apenas re-imaginar o cenário. E automaticamente estamos lá. É um "local" mais sutil e portanto diferente do espaço desta dimensão. Porém, embora aqui ainda reine a crença de que precisemos de um pouco mais de tempo para percorrer o percurso, isto está também mudando.

Então, a importância de tudo está em nós. Torne o sonho, seja à noite ou de dia sério e assim ele será.

E eu comentei que a importância está na alegria. 

Bem, nós somos a Causa da alegria. 

A que estamos dando nossa alegria portanto?

Poderia ser a tudo. Pois rir, torna o real irreal. Não rimos do que é sério. E só é sério se não rirmos. 
Portanto a questão nunca é séria. Sério é esquecermos de não rir. Onde estamos esquecendo de incluir no riso?
Do que já rimos, já alinhamos. É tudo questão de incluir TUDO neste riso. E ver que tudo é o mesmo.

Tornar algo sério é de fato triste...

Não seria libertador se pudéssemos passar o dia escolhendo "como posso rir disso"?

Com uma bela risada da alma, podemos TUDO.

Lembre-se de rir, portanto.

Rir, é lembrar.

A "chave" tão procurada é uma bela risada. Vinda do mais íntimo de nosso SER.



E lembrando mais e mais desta risada, se sentirá nesta varanda!


Ou onde quiser estar.

Hoje está um lindo dia de sol. Vai um refresco delicioso entre uma risada e outra?


sábado, 29 de setembro de 2012

A boa nova


A boa nova

Todos que estão vivenciando este maravilhoso tempo comum, estão cientes de que "a nova terra" não se trata de um lugar "físico" e nem muito menos de um tempo específico ou espaço.

Trata-se mais de uma inversão dos "tempos". Isto ocorre dentro de nós. E vemos inclusive "fora".

Viemos para esta dimensão e tal qual pegar um vírus, todos nos contaminamos com o vírus do tempo. E sentimos o peso de viver invertidamente correndo de nosso próprio rabo e nos perguntando de tempos em tempos..."como pode ser tão difícil e injusto"?

Nosso ser começou a despertar. Curar-se não seria a definição apropriada porque jamais ficamos doentes de forma alguma. Pensamos que sim, que ficáramos, por muitas e muitas vezes. Mas era tudo...ilusão de nosso rabo.

E como o rabo do qual corríamos, agora temos ciência de que era o nosso, apenas e simplesmente começamos a assumir nosso comando.

Afinal..rabo é rabo.

Então estamos começando a acordar de forma diferente.

Se antes nós acordávamos já nos escondendo do dia que se desenrolaria, pois, cientes ou não do que nele decorreria já sentíamos o que nosso próprio rabo desgovernado e sem comando havia programado ...agora acordamos em alegre expectativa e ávidos para vivenciar este dia.

De fato há uma certa inconstância ainda. Há dias em que parece que tomamos um tombo vibracional. Mas já apendemos a parar, tomar fôlego (literalmente) e subir nossa vibração colocando-nos novamente na onda.

Já sabemos da "desimportância" de tudo. Alegria sim. Importância não.

Tenho certeza absoluta que surfaremos estas novas ondas que parecem vir à frente no tempo linear, fazendo-o, criando-o de nossa própria casa.

Sempre sabemos onde estamos através de nossa sensação. Pois o lar tem uma vibração, um sentimento específico e podemos estar em nosso lar aonde quer que estejamos. Está sempre, sempre disponível e é capaz de transformar nosso peão em rainha, dar-nos a mira sensorial de Lucky Skywalker (embora não haja mais nenhuma guerra em nossa estrela) e melhor do que qualquer computador existente, desenhar, modificar, mudar a tela, colorir ou simplesmente apresentar o que quisermos.

Aqueles que não sabem ainda disso têm medo. Mas sabemos que são iguais e que só sabendo de sua invulnerabilidade em relação a si mesmos, estarão livres de seus rabos.

Não verão mais o ataque vindo como "de fora" e não mais atacarão a si mesmos e a outros temporariamente inconscientes. E parando de auto-atacar-se voltarão à paz e segurança da qual nunca saíram, mas de cuja consciência, se perderam.

A função dos que já sabem disso é apenas se manter conscientemente, deliberadamente...sendo.

Este tempo não pode ser usado com sucesso (nunca pôde de fato) através de lutas ou movimentos materiais, corporais.

A ferramenta da paz está em nossa mente. O único lugar onde residia a aparente guerra.

Mantenha-se em casa. E todos, amados...todos têm que ser chamados. Porque a cada UM que se lembra deste chamado, volta pra casa e ouve a música que está sendo cantada, reforça a lembrança nos demais.

Basta uma leve pausa em nossa guerra mental para sentirmos os efeitos disso. Sei que já perceberam.

Isto está de fato, começando a ficar cada vez mais divertido!





Alguém servido de pipoca???





sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Olá!

É bom sentir vc aqui.

De fato é.

Não é por acaso que entrou neste espaço e não é por acaso que lê estas linhas.

Não ficaria aqui se não vibrasse afinidade..

Há muitos agora sentindo-se diferentes. Tendo idéias diferentes do usual.

E há muitos "buscando". Claro...sem nunca encontrar.

Há os que desejam também. Porém seus desejos parecem necessidades e necessidades encontram.

Mas há um grupo que começa a compreender.

Não há o que desejar.

Desejar é não ter.

Não desejamos o carro que está em nossa garagem! Não desejamos a nossa esposa, nem desejamos o emprego que já temos.

Desejar é não ter.

Mas há um sentimento que não provém da ausência do que queremos. APRECIAÇÃO.

Como é bom ter o carro que tenho! Como é bom ter este filho que tanto amo!

E, claro...como é bom ter aquela viagem que tanto aprecio. 


Amar, sentir prazer e apreciação por algo nos mantém com este algo. E portanto TEMOS que experimentar isso.

Tudo está disponível e a apreciação não é o caminho mais curto para coisa alguma. Apreciação é estar "lá" aqui e agora mesmo.

Teste...

E segure o chapéu.

E se esquecer, sorria.

Saiba que nada sai de vc sem seu consentimento.

Aceita uma taça de vinho ou um chazinho?

Ajudará a achar dentro de si este lugar onde o sentimento de apreciação, e sim, só conseguimos apreciar de fato o que temos, não a escassez.....

Bem vindo portanto ao espaço em você onde TUDO está.

Tin-tim