Bom diaaa!
Olá, amados.
Hoje falaremos de manifestações.
Ouvimos sempre que se pensamos mudamos o mundo e oh, sim....mudamos MESMO!
Porém ouço muitos dizerem que mudaram e que "nada mudou".
Bem, vamos partir de uma premissa, ok? Não precisa acreditar nela, convido-os apenas a compreender a lógica dela. Se não apreciarem ou não tiver lógica, descartem-na simplesmente.
Bem, partindo-se da premissa de que tudo, absolutamente que nossos olhos vêem foi pensado antes e que é a exata reprodução dos nossos pensamentos e sentimentos.........então o que recebemos é exatamente o que oferecemos.
Isso parece bastante com "Deus não daria uma cobra a um filho que pedisse um ovo".
Hum...o inverso também é verdadeiro.
Partindo-se da premissa de que temos livre arbítrio, se pedimos uma cobra também não receberemos um ovo.....certo? Estaríamos esbarrando na premissa do livre arbítrio.
Portanto, se até aqui faz sentido para você, reclamar do que estamos vivenciando é pura perda de tempo. Inútil. E de quebra nos mantém enviando o mesmo pedido e recebendo a mesma resposta...a mesma experiência.
Então alguns dizem: mas passei a oferecer saúde nos meus pensamentos e emoções e até agora nada.....
Bem, vamos dar um exemplo:
Nosso pensamento cria "à nossa frente". Nosso pensamento se move AGORA no espaço tempo e modifica algo. Modifica a doença, colocando neste lugar a saúde.
Ok.
Está feito. Precisamos apenas regar.
No entanto, leva algum tempinho para que a saúde se manifeste fisicamente. E durante este período oscilamos entre o que nosso pensamento vê e o que nossos olhos ainda nos mostram.
Como esta diferença aparente de tempo entre o pensamento e a manifestação demora, começamos a dar margem ao que os olhos nos mostram ainda e voltamos a oferecer pensamentos em torno da doença e de como se livrar dela.
É o que chamamos de "vale". Um período curto ou longo onde ainda não vemos a mudança de pensamento existencializada. Vivida. Constatada.
É como um depósito que não caiu ainda na conta. Você sabe que depositou mas ainda não pode comprovar no comprovante impresso.
Este período é o que mais causa marcha à ré.
Olhos servem apenas para ver o que você-Deus/Fonte criou em pensamentos. Eles são apenas comprovantes. Mas nada comprovam além do SEU depósito. E se vc depositou, o comprovante TEM que aparecer. Seus olhos TERÃO que vê-lo.
>>>>>>>"Mas....ainda não vejo agora...."
Está pedindo uma cobra.....
>>>>>>>"Então vou dar atenção ao meu depósito e ignorar o que o comprovante diz agora, né?'
Ótimo! Voltou a pedir um ovo.
>>>>>>>"Mas e se..."
Cobra de novo....
Poderia parar de oscilar um pouco? Poderia manter seus pensamentos no prazer do depósito?
>>>>>>>Ah, sim, sim! Até porque é prazeroso mesmo! Nossa"
Obrigada. Está Feito.
>>>>>>>>Será que demora?
Demora o tempo exato de você parar de tirar comprovantes a fim de justificar sua alegria no depósito.
>>>>>>>>Se parece com viver andando em nuvens não?
Sim, da forma como você diz neste espaço em que ainda se encontra (antes de atirar-se nelas), sim. Mas ao decidir-se apoiar-se e andar nelas, verá que elas são totalmente seguras e alegres ao contrário do antigo chão em que pisa agora. Pois o chão que pisa agora era criado por você com seus pensamentos instáveis. E portanto instável por natureza.
E é nesta descoberta que se volta a ser livre.
O mundo volta a "ser seu".
Pois agora consegue assumir que sempre foi. E que apenas recebia a reposta. Fiel.
Agora pode "curar" seu mundo, dirigindo-o à alegria de seus pensamentos.
E mandar a necessidade de comprovantes às favas. Eles virão. Mas jamais voltará a usar eles como justificativas do depósito livre que faz. Antes mesmo que cheguem estará redepositando. Porque agora sabe QUEM é o banco e QUEM faz os depósitos.
Faz sentido?
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